Netflix produz documentários que pintam o cristão como inimigo da Democracia

A cereja do bolo é a tentativa bizarra de colocar Lula e Moraes como os grandes heróis que livraram o Brasil da “teocracia”.

Netflix produz documentários que pintam o cristão como inimigo da Democracia

A nova produção da Netflix, dirigida por Petra Costa, chega com tudo: trilha dramática, imagens fortes e uma narrativa pronta para culpar evangélicos por uma suposta tentativa de golpe no Brasil. O nome? 

“Apocalipse nos Trópicos”. O alvo? Nós, cristãos.

Segundo o documentário, Bolsonaro teria se aliado a líderes evangélicos, como Silas Malafaia, para instaurar uma teocracia no Brasil. O roteiro parece mais uma fanfic de Twitter do que um registro sério. Mas com o selo da Netflix, vira “verdade” para muita gente. 

Eles não estão criticando um político. Estão associando a fé de milhões de brasileiros a uma ameaça à democracia. Transformam igrejas em quartéis ideológicos. Apagam o papel pacífico social e transformador que a fé cristã tem nas periferias. 

A mensagem é clara: cristão conservador é inimigo da democracia. 

Petra pinta Bolsonaro como o vilão messiânico e Lula como o salvador secular. Alexandre de Moraes surge como e guardião da ordem enquanto qualquer fala cristã vira “discurso de ódio”. 

O documentário parece mais um panfleto político com produção hollywoodiana do que uma investigação honesta

A cereja do bolo é a tentativa bizarra de colocar Lula e Moraes como os grandes heróis que livraram o Brasil da “teocracia”. 

Um detalhe: ignoram completamente os abusos de autoridade, censuras e perseguições a quem pensa diferente. 

Quando um lado é pintado como luz e o outro como trevas, você não está vendo um documentário. Está vendo propaganda. Eles querem transformar a fé num risco nacional. Mas ser cristão e conservador não é crime. Muito menos é conspiração. Nossa fé é viva, influencia nossa visão de mundo e merece respeito. 

O ataque do documentário não é artístico. É ideológico. E tem alvo certo: você. A estratégia é clara: fazer o cristão parecer ultrapassado, perigoso e um "fanático". 

Mas não tem nada mais moderno do que alguém que pensa por si, que tem princípios e não abaixa a cabeça para a cultura do momento. Cristianismo não se adapta à cultura. Ele confronta. 

Francis Schaeffer entendeu antes de muita gente como a fé cristã se tornaria um alvo em tempos de relativismo e controle ideológico. Ele disse: 

"Se não formos a voz que fala contra o mal, então somos parte do mal." —Francis Schaeffer.

Ficar em silêncio diante de ataques à fé é aceitar que rotulem nossa crença como ameaça. Ser cristão hoje é, mais do que nunca, resistir. 

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Fonte: Instagram @lucasgabril.design