Muitos querem salvar o Brasil, mas poucos querem estudar 30 anos de história para entender o que deu errado
O Brasil não fracassou por falta de ideias. Fracassou por insistir nas piores.
Nos anos de 1990 o Brasil estabilizou sua economia. A inflação foi controlada, a moeda se tornou forte, e o Brasil realmente vislumbrou uma chance real de virar um país sério.
Mas a classe política preferiu o atalho: prometer sem reformar, gastar sem limite, crescer o Estado em vez de fortalecer o cidadão.
A esquerda assume o poder nos anos 2000 com dinheiro em caixa.
Tinha tudo pra corrigir o país, mas fez o contrário. Ampliou programas de dependência, aparelhou o Estado e criou um eleitorado refém da máquina pública.
O Estado virou pai, mãe, tutor e carcereiro. Enquanto isso:
A educação foi cada vez mais ideologizada, a Segurança Pública com forte influência do Crime Organizado. E uma dívida pública impagável
Mas a culpa é de quem? Sempre é do “neoliberalismo”. Ou seja, do empresário que produz e gera emprego, do "capitalismo selvagem".
O populismo é um golpe de longo prazo. Ele te vicia em benefício estatal e depois te pune por querer andar com as próprias pernas.
Você vira o culpado por produzir. Enquanto o incompetente é tratado como "vítima do sistema".
Quem denuncia isso é tachado de “elitista”, “fascista” ou “sem empatia”. A esquerda não quer debate. Quer controle de narrativa. E se você discorda, vão te cancelar. Ou te tributar — que é o jeito brasileiro de punir quem pensa.
Estamos há 30 anos repetindo o mesmo erro:
Estado inchado. Classe média sangrando. Populistas ganhando voto com promessas que ninguém cumpre.
E o povo? Vai esquecendo e votando nos mesmos.
O Brasil não fracassou por falta de ideias. Fracassou por insistir nas piores.
Quem estuda a história recente sabe que: Os inimigos da liberdade sempre chegam sorrindo e prometendo tudo. E quando entram, fecham a porta por dentro. O Estado brasileiro virou um parasita institucionalizado. Ele vive da culpa coletiva. Sobrevive da ignorância alimentada por narrativas falsas.
E engorda com o silêncio de quem deveria reagir.
Enquanto isso, a conta só cresce — e ninguém é responsabilizado.
Para seguir minhas redes sociais, clique aqui.
Felipe D'avila - Cientista Político