Professor esquerdista, ex-secretário de Lula, deseja morte de criança por usar uma bolsa de grife
Da Sala de Aula à Guilhotina: O Ódio Ideológico nas Universidades.
Um professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) causou arrepios na população brasileira ao sugerir, em uma postagem no X, a “guilhotina” para a filha de 5 anos do empresário Roberto Justus.
O motivo? A criança usava uma bolsa de luxo avaliada em R$ 14 mil.
Longe de ser apenas uma piada de mau gosto, o comentário reflete uma mentalidade perigosa que transforma até mesmo crianças em alvos de ódio ideológico.
Essa mentalidade, que demoniza o sucesso e alimenta o ressentimento, não é um caso isolado. Ela tem se enraizado em ambientes educacionais, especialmente nas universidades, onde o discurso de “justiça social” muitas vezes se confunde com militância partidária.
Professores, que deveriam formar cidadãos preparados para o mercado de trabalho, a pretexto do "pensamento crítico marxista", estão usando a sala de aula como palco para doutrinação ideológica e promovendo uma visão de mundo que incentiva a intolerância contra quem pensa diferente ou tenha prosperidade financeira.
Essa afirmação causa pavor nos pais que a cada dia reavalia enviar seus filhos para as faculdades públicas, principalmente.
com receio de estes se tornem ativistas políticos da esquerda ao invés de adquirir uma profissão, pois a distorção dos valores cristãos tem se tornou praxe nesses ambientes.
O ódio no coração desse professor a ponto de desejar uma guilhotina para uma criança, não é apenas uma ameaça – é um sintoma de uma sociedade que precisa tirar da sala de aula professores com esse perfil de psicopatia, assim como a Doutrinação Ideológica da grade curricular.
Pois o que restou na grande parte das Universidades Brasileiras é a formação de uma geração que não tolerante o mínimo acesso ao sucesso alheio e ao pensamento conservador judaíco/cristão que é a base da família no Ocidente.
Marcos Dantas, professor titular da Escola de Comunicação da UFRJ, foi secretário no governo Lula. Ele ocupou os cargos de Secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações em 2003 e Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC) entre 2004 e 2005, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, participou da equipe de transição do governo Lula e auxiliou na elaboração de programas governamentais, conforme consta em seu currículo e em documentos oficiais.
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